NO$$A Experiência: Reserva de Emergência

(Escrito pela Srª. Milionária, foto de banco de imagens)

Resolvemos compartilhar aqui algumas de nossas experiências na aquisição de produtos financeiros porque não encontramos nada antes que fosse bem didático ou desprovido de segundas intenções (tipo: “clique aqui e descubra mais”).

Iremos citar os nomes dos agentes envolvidos, lembrando que este não é um publipost, ou seja, não ganhamos nada para falar (bem ou mal, rs) dos envolvidos no nosso processo de independência financeira.

Fase 01: No início, tudo era na Caderneta de Poupança…

Eu não me envergonho em compartilhar aqui no Blog que o meu passado de investidora é recente. Bem recente. Essa vida de planilhas financeiras, conversão de taxas de juros e leituras sobre Macro e Microeconomia fazem parte mais de um tempo presente do que de um pretérito perfeito…

Quando eu saí da minha condição de devedora (de cheque-especial, de cartões de crédito, etc.) passei a se uma “poupadora-sem-propósito”: Já não tinha dívidas, mas também não investia o dinheiro que eu conseguia não gastar. A minha primeira reserva de emergência era então, a famosa Caderneta de Poupança!

O mais engraçado – olhando com os olhos de hoje – é que eu não tinha um limite para definir o que seria a minha Reserva de Emergência: todos os valores eram destinados para a Reserva de Emergência. Acredito que pela quantidade e pela intensidade dos problemas financeiros que eu já tinha passado, quanto mais dinheiro eu pudesse acumular e, ao mesmo tempo, mantê-lo mais perto das minhas mãos, mais segura eu me sentia.

Fase 02: NO$$O amigo CDB

A convivência com o Srº. Milionário me fez (feliz!) conhecer o CDB. Ele sempre gostou de deixar a Reserva de Emergência dele nesta aplicação. Primeiramente, por ter um rendimento superior ao da Caderneta de Poupança. E, em segundo lugar, o fato de haver uma alíquota regressiva de Imposto de Renda fazia com que o Srº. Milionário se tornasse mais disciplinado em manter seu investimento por mais tempo, resistindo às tentações de consumo.

Fase 03: Tesouro Selic

Após a contratação da nossa Consultoria Financeira (2017), começamos a conhecer mais de perto o famoso Tesouro Direto e suas possibilidades de investimento. O Tesouro Selic, corrigido diariamente pela taxa que lhe nomeia, passou a ser para nós uma opção de Reserva de Emergência mais interessante, pois apresentava os mesmos pontos positivos que o CDB, além de proporcionar um rendimento maior.

Fase 04: NU Conta

Recentemente, fomos convidados a experimentar a NU Conta, protótipo de conta-corrente do NUBANK. Além da promessa de não apresentar taxas de manutenção ou até mesmo taxas sobre movimentações entre contas, ela promete entregar 100% do CDI automaticamente (obviamente, devendo descontar os valores referentes ao desconto regressivo do IR).

Fizemos a experiência de deixar o valor referente a um mês de despesas (sim, esse é o atual tamanho da nossa Reserva de Emergência 😉) na NU Conta porque ela tem todas as vantagens do Tesouro Selic que já citamos aliada ao fato de que não está na corretora; ou seja, nós não misturamos NO$$A Reserva de Emergência com NO$$OS demais Investimentos.

Enfim, embora curta, a história da NO$$A Reserva de Emergência é bastante intensa e exigiu que nós aprendêssemos cada dia mais sobre investimentos. Outro ponto positivo nessa jornada foi que nós nos tornamos conscientes de que essa etapa é mais para nos dar segurança, de eu tudo vai ficar bem se partirmos para o estágio de Investidores. Assim, podemos nos comprometer a deixar valores maiores em aplicações de longo prazo para que possamos sentir os efeitos dos Juros Compostos em NO$$A Carteira Milionária.

Segue um quadro resumo de NO$$A trajetória, com os pontos fortes de cada investimento destacado na cor laranja:

Liquidez

Investimento Rentabilidade Imposto de Renda Liquidez
Poupança 70% do CDI* Não Incide D+0
CDB** 74 – 90% do CDI Tabela Regressiva
(apenas sobre os rendimentos)
D+0
Tesouro Selic 100% do CDI Tabela Regressiva
(apenas sobre os rendimentos)
D+1
NU Conta 100% do CDI Tabela Regressiva
(apenas sobre os rendimentos)
D+0

 

*No momento da elaboração deste artigo, a TR = 0,0% | **CDB de referência: CDB Plus Itaú

Ah, mas agora eu estou muito curiosa: Como foi a sua trajetória com este conceito de Reserva de Emergência? Foi um processo, assim como foi para nós ou você sempre deixou seu dinheirinho no mesmo lugar com convicção?

Compartilhe com a gente a sua experiência nos comentários.

2 comentários em “NO$$A Experiência: Reserva de Emergência

  1. Como cliente do banco Neon (e que viu de perto oq pode acontecer er do dia para a noite) ficaria altamente incomodado em deixar valores expressivos nesses bancos virtuais, uso esse tipo de conta só para movimentação mesmo. Não tenho reserva de emergencia propriamente dita mas preciso de dinheiro todo mês para pagar as contas, então deixo em poupança mesmo já que o valor nunca passa de 2 mil reais.

    Sr. IF365

    Blog do Sr.IF365 | Acompanhe meus últimos 365 dias antes da IF e Aposentadoria Antecipada
    http://www.srif365.com

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    1. Usamos de forma parecida com a sua, movimentação (por conta da ausência de taxa para transferência) e manutenção de reserva de emergência (já que vai ficar “parado” pelo menos fica rendendo 100% do CDI, independente de mexer no dinheiro ou não). Admitimos que não acompanhamos a situação do Banco Neon de perto, mas o seu prejuízo nessa situação foi grande?

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